Portal Victor e Leo
quinta-feira, 22 de abril de 2010

Show de Victor e Leo na Festa da Maçã 2010




O show mais esperado da Festa da Maçã

Mesmo abaixo da chuva que despencaram dos céus joaquinenses na noite desta última terça-feira, cerca de 10.000 pessoas compareceram ao Parque de exposições da Maçã.

A dupla de sertanejo universitário começou seu show às 12h30min. Victor e Leo ascenderam do show através de um elevador instalado abaixo da estrutura do palco.

Uns batuques iniciais serviram para anunciar a grande balada sertaneja borboletas que levou a multidão ao delírio com o fly de mão e braços estendidos ao alto no embalo da canção.
A dupla mandou ver em outras canções como “Fotos”, “Sinto falta de você”, “Deus e eu no sertão”, “Amigo apaixonado”, “Vida Boa”, “Nova York”, “Estrela cadente”, “Tanta Solidão”, “Cavalo Enxuto” e finalizaram com chave de Ouro com a Clássica “Ao vivo e em cores” em uma versão acústica embalada pelo público.

Victor e Leo ainda arriscaram um cover da música “60 dias Apaixonado” “Telefone Mudo” e “Boate Azul”,


No camarim e ao lado das Soberanas da 18ª Festa Nacional da Maçã a dupla disse que se sentiu feliz por estar em São Joaquim. Leo chegou a dizer para a Redação do São Joaquim Online que a cidade não é tão fria quanto se parece:

Leo -” Já tocamos em cidades mais fria que São Joaquim”.

São Joaquim Online: -”Cite um exemplo de uma cidade mais fria que São Joaquim em que vocês já tocaram”

Leo -”Por exemplo, Lages, a gente tocou em Lages na Festa do Pinhão do ano passado e lá estava bem mais frio que São Joaquim!”

São Joaquim Online -”Mas em Lages vocês tocaram em Junho, a gente gostaria de ver vocês tocando em julho em São Joaquim!”

Leo -”É melhor não…”

Fonte: São Joaquim Online

PARA SERMOS FELIZES.


Já reparou que muito do que somos, ou quase tudo, somos porque aprendemos a ser? Aprendemos a ser o que somos com o lugar que nascemos, nossos pais, com a televisão, jornais, revistas e com todo um contexto sócio-cultural. Mas não aprendemos que podemos ser o que quisermos ou que podemos criar nosso próprio ser de uma forma que seja só nossa, sem referências rotuladas religiosas, sociais, culturais, familiares ou de qualquer outra ordem. A gente aprendeu a não aceitar que alguém tente ser de seu próprio jeito, porque achamos que todos precisam seguir a mesma fila sem direito algum de expressar-se com mínima originalidade. Quando aparece alguém querendo inovar, todos se revoltam dizendo:"Quer ser diferente?"; ou "Quer aparecer?"; e ainda..."Quem esse aí pensa que é para não fazer como todos nós, ou andar como todos, ou não seguir a nossa moda?" Forçamos os índios a serem como somos e por isso os matamos aos poucos, assim como fazemos com nós mesmos quando nos forçamos a ser a ser como os outros querem que sejamos, sem dar mínima chance à vontade de nossa alma.

O fato é que num mundo pobre e pouquíssimo espiritualizado como o nosso, infelizmente é proibido ser você mesmo. É proibido alguém vestir vermelho, só porque outro alguém resolveu ditar que a moda agora é azul. É proibido não sentir-se triste com a morte de alguém próximo, só porque todos dizem que a morte é algo triste. Todos dizem que o primeiro amor a gente nunca esquece, mas quem disse que um segundo amor será esquecido?

Aprendemos a achar linda a timidez, mas nem nos damos conta de que ela é a maneira mais sutil e sofrida de disfarçarmos nosso orgulho e nosso medo de que alguém possa nos apontar algum defeito. Aprendemos a não acreditar em amor sem ciúmes, sem nos dar conta de que ciúme é pura insegurança, não amor. Então, aprendemos que seguir a alma e aceitar-se como se é pode ser perigoso, simplesmente porque à nossa volta alguém pode resolver não gostar disso.

Por que é que não aceitamos o outro como ele é ou deseja ser? Por que é que não damos o direito a alguém de ser quem quiser, como quiser e de descobrir-se? Sabe por que? Porque nós mesmos não sabemos ser quem queremos. Não temos essa coragem. Somos frustrados. Seguimos rótulos pré-formatados. Trabalhamos sem prazer. Trabalhamos por coisas, não por ideais. Olhamos para todos, menos para nós mesmos, por termos medo de encontrar em nós o defeito que apontamos nos outros. Não conseguimos ser o que queremos por medo e por isso impedimos os outros de o fazerem. Não obstante, os pais frustrados que não foram atrás de seus sonhos impelem os filhos a o fazerem. Muita vez, seguimos caminhos profissionais que nossos pais querem que sigamos e aprendemos a fazer de nossos filhos os mesmos fantoches que fomos. Pior, chamamos isso de educar.

Seja você. Faça de você e de sua vida uma verdade ainda que mínima, pois será mais válida que máximas mentiras. Siga seu caminho sem olhar para os rastros dos outros, que podem ter ido direto ao abismo.
Siga seu coração. Erre, mas aprenda. Aprenda, mas ensine. Ensine, mas com exemplo. Viva intensamente o que seu coração pede e dê esse direito aos outros. Deixe seu cão, seus amigos, sua família ou qualquer um à sua volta serem, viverem e errarem, pois eles tem o mesmo direito que por sinal você até tem, mas pode não estar se dando: O direito de ser feliz!

Autor: Victor Chaves

Fonte: Anotações / Site Oficial

César Menotti e Fabiano gravam música de Victor Chaves.

CD César Menotti e Fabiano - Retrato


A dupla César Menotti e Fabiano está lançando seu mais novo trabalho, o álbum "Retrato - Ao Vivo em Estúdio".
O disco conta com 2 releituras e 14 canções inéditas, dentre elas a balada “Isso é Amor”, composição de Victor Chaves. “O Victor e o Leo são amigos queridos. É uma dupla que temos um profundo respeito. É uma das poucas duplas que têm mais compromisso com a qualidade do que com a popularidade”, elogiou César antes de contar como recebeu o presente do colega de trabalho. “Um dia, em uma conversa informal, o Victor sugeriu que se ele pudesse colaborar com nosso trabalho teria algumas canções, e acabou mandando uma canção pra gente. E não é porque é do Victor, mas quando a gente ouviu, foi unânime. Todas as pessoas acharam a música fantástica e encaixou muito bem com o trabalho”.

Ouça a música no vídeo abaixo:

Victor e Leo aderem à campanha Crack, Nem Pensar na Festa da Maçã em São Joaquim.


Logo no inicío da apresentação, Victor e Leo falaram sobre a campanha do Grupo RBS

Além de boa gastronomia, tradicionalismo e o clima típico da região mais fria do Brasil, a 18ª Festa Nacional da Maçã, em São Joaquim, na Serra Catarinense, contou com presença de uma das duplas sertanejas de maior sucesso do país: Victor e Leo, que vestiram a camisa e aderiram à campanha Crack, Nem Pensar, do Grupo RBS.

Os irmãos, naturais de Abre Campo (MG), subiram ao palco principal do Parque Nacional da Maçã à 0h45min e, logo no começo da apresentação, falaram do assunto:

— Não somos contra as drogas, mas a favor de pessoas felizes. Somos pais de crianças pequenas e, para nós, seria a pior coisa do mundo se soubéssemos que nossos filhos estão envolvidos nisso. Crack, nem pensar.

Nove mil pessoas

Numa noite fria e chuvosa, o show de Victor e Leo durou cerca de uma hora e meia. Nove mil pessoas assistiram à apresentação, passando para 25 mil o público total desde o início da festa, na última sexta-feira.

Fonte: Diário Catarinense

Agradecimentos de Victor Chaves.

terça-feira, 20 de abril de 2010


Existe um jeito com o qual tento retribuir a forma como tantas pessoas dão sentido à minha vida: Com música.

Através dela, expresso minha dúvida, minha certeza, o que sinto, o que sou e o que não sou.

Mas é dizendo “muito obrigado” que posso afirmar: Os presentes que recebi, todos inesquecíveis, as homenagens de afeto e carinho gratuito, e cada palavra ou gesto neste meu aniversário de 35 anos, não terão a força do amor com o qual os quero retribuir e o qual desejo que todos sintam.

Obrigado a todos, hoje e sempre. E que eu possa doar bem mais que receber, em cada show e segundo de vida, pois a minha mais sincera intenção é a de passar em dobro o afeto que recebo!

Obrigado aos colegas de trabalho pelo companheirismo, à minha família pelo aconchego, aos amigos pelo apoio, aos blogs e sites pela dedicação, aos fãs-clubes pela atenção.

Agradeço à vida e digo:

“Se o que nos fizer chorar nos ensinar e o que nos fizer sorrir nos incentivar, tudo será bom”.

Autor: Victor Chaves

Fonte: Site Oficial

Fotos de Mogiguaçu.

A fã Miriam Fontes esteve no show em Mogiguaçu e nos enviou estas lindas fotos!
A você Miriam nosso agradecimento por compartilhar com todos que acessam o portal essas belezuras!





V&L em Uberlândia por Alessandra Pontanelli.

O SHOW “Lem Casa”
Uberlândia – Camaru – 17/04/2010

Este show estava em nossos planos há 3 meses. Nesse tempo todo muita coisa aconteceu. Coisas que “chegaram livres”, coisas que se foram. Mas, a vida é assim...
Chegamos a UDI sábado à tarde e fomos para o hotel (muito bem indicado por amigos, obrigada, viu?!) e encontramos o caos. Tudo bem! Estávamos em Uberlândia. Era a nossa 2ª vez na cidade, mas parecia a 1ª, esta era especial!
Assim que chegamos, Dany ligou para um amigo e fomos encontrá-lo e a um outro amigo. Eles estavam no quarto em cima do nosso!!! Tanto tempo de espera e finalmente nos conhecemos. Encontramos mais duas amigas de outro hotel e fomos almoçar. Voltamos para o hotel para nos preparar para o show.
O Cowboy Forever (show com V&L, Fred & Gustavo e Luan Santana), começaria cedo, então às 18h estávamos prontas. Alguns ‘contratempos’ fizeram com que saíssemos ‘voando’ às 19h30... E aí uma série de acontecimentos teve início. Passávamos a catraca do CAMARU (o lugar!!!) às 20h, depois de uma mega fila. Fred & Gustavo começaram a tocar e a gente entrando.
Dany subiu no trio com os meninos F&G e eu e as meninas ficamos separadas. Depois de um tempo decidi ir para o palco principal e esqueci que antes de V&L, haveria o show do Luan Santana...
O que se seguiu a partir daí foi uma loucura. Eu fui esmagada, pisada, amassada, apertada, surrada. Eu suei, me entediei, me perguntei “o que, diacho, eu estava fazendo lá?!”, mas eu resisti. O tal show parecia infinito e eu perseverei... rs...rs... As meninas começaram a chegar perto e eu lá presa na muvuca. Quando olhei para o lado (quase delirando de tão desidratada), vi o Abjaud (tecladista) no cantinho. Um rosto conhecido me fez sorrir e quando ele viu que eu o conheci, sorriu também! Uma graça!!!
Depois do que pareceu uma eternidade, acabou! E aí o improvável aconteceu: NÓS que entramos no Camaru às 20h, chegamos na GRADE!!! Não acreditamos que depois de tudo, conseguiríamos isso... Pouca espera depois, começam os acordes e eis que surge Victor – SENHOR!!! – numa camisa branca, que olha... SÓ POR DEUS... Todo sorrisos. Leo surge no elevador (como no último DVD) e o lugar vem abaixo.
O show parece um pouco corrido, mas tudo bem. Eles estão “LÁ”, nós estamos “LÁ”!
Depois de sei lá quantas músicas Victor me vê na grade e arregala os olhos (rs..rs..). Leo tava lááááááááá na outra ponta. Só bem depois veio para o lado de cá.
Ponto alto nº 1: Na hora do acústico, puxamos um coro de “Lem Casa”, só para não perder o costume... E não é que Leo olha e pergunta: “Que música vocês querem?!”, gritamos, ele emenda sorrindo: “Ah, ta, vamos fazer!”... Meodeusdocéu.... Eu quase morri. Cantamos muito, foi lindo! No final ele ainda agradece... Ah, pára! Nós é que agradecemos. Eu agradeci muito!!! Ainda soltei um “obrigada, eu!”. Rs..rs.. S/ noção!
Ponto alto nº 2: Leo desce do palco. Aff... Sem comentários... O moço cumprimentou todo mundo da direita para a esquerda. Ai...ai...
E, claro. Tudo o que é bom dura pouco, o show seguiu para o bis. Victor teve o “Parabéns a você” de todos os presentes e agradeceu (não lembro o que ele falou, já tava pra lá de emocionada), mas foi algo no “estilo poeta de ser”.
O moço ainda vem me dizer “muito obrigado” na hora de se despedir... Ah, pára, pára, pára tudo.
Fomos embora totalmente em estado de graça (ainda conversamos e fotografamos com uma galera super querida que conheci no ‘momento muvuca’), fotografamos no Camaru, no painel do evento, bebemos, rimos... Foi simplesmente TUDO! Foi especial.
Nem nos nossos mais remotos sonhos, poderíamos sequer imaginar que depois de tanta coisa no nosso dia, estaríamos na grade no lado do Victor no show de Uberlândia. É... Sonhos se tornam realidade.
No domingo, Dany e eu acordamos cedo e fizemos um verdadeiro “city tour” por UDI. Conhecemos metade da cidade e das pessoas da cidade que poderiam estar acordadas num domingo de manhã ensolarado. Nos divertimos muito.
Agora pedimos licença (pois depois DESTA aventura) entraremos em “recesso”. Até daqui a pouquinho, ainda sem evento definido...

Beijos,

Alessandra Pontanelli/SP

















Parabéns Léo Pires querido!

domingo, 18 de abril de 2010
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Hoje é o dia do querido Léo Pires, o baterista de Victor e Leo. Ele que conduz tão magicamente aquelas baquetas que tão lindos sons nos proporcionam, numa melodia muito gostosa, numa batida super empolgante!

Nós do Portal desejamos a você Leo Pires muita coisa neste seu dia: alegrias, realizações, sucesso, felicidade, muito amor e mais um mar só de sentimentos bons! Que você continue sempre nos empolgando nos shows!

Parabéns Léo! Felicidades mil a você querido.

Dupla Vitor e Leo encerra 14º Cowboy Forever

sábado, 17 de abril de 2010
Irmãos são a principal atração da noite, show termina até a meia-noite




Uma cidade de pessoas simples e acolhedoras. É assim que o cantor Victor Chaves, que faz dupla com o seu irmão Leo, define Uberlândia. Isso e o fato de seus empresários morarem na cidade, fez com que a dupla também se mudasse para cá. Os irmãos Victor e Leo fazem hoje, no Camaru, mais uma apresentação para o público da terra que os acolheu. O duo encerrará a 14ª edição do “Cowboy Forever”. Especialmente para o CORREIO de Uberlândia, a dupla fala um pouco da carreira, da música sertaneja e do sucesso conquistado.

Como a dupla conheceu, se identificou e veio morar em Uberlândia?
VICTOR - Quando recebemos os primeiros e-mails das cidades de Goiás, Minas Gerais, São Paulo e Mato Grosso, não sabíamos direito o que estava acontecendo, pois ainda tocávamos nas casas noturnas de São Paulo (SP). Muitos e-mails eram pedidos pelo CD original “Victor e Leo Ao Vivo”, que vendíamos na noite, de forma independente. Em setembro de 2006, fomos convidados para fazer um show para uma rádio, que até então não conhecíamos. Este show foi a primeira de uma série de apresentações fora de São Paulo (SP). Hoje amamos Uberlândia.

Em um cenário tão repleto de bons cantores, é difícil fazer música sertaneja, inovar e imprimir um estilo próprio?

VICTOR - Nossa música não é fabricada é sim criada. Não compomos nem produzimos nada de forma segmentada, pois nossa intenção é emocionar, seja quem for. Vendas e tudo o que se pode chamar de sucesso são consequência. Se você não imita ninguém e faz algo com amor, você estará sendo original e obterá o maior sucesso de todos que é ser feliz.

O público sertanejo mudou? É um público mais exigente?

VICTOR - Todos os públicos mudam, porque as pessoas mudam. A evolução, por mais lenta que seja, é parte de um todo na natureza. Então, o mundo, em constante evolução, está sempre mudando e, com ele, a música, os gostos, as visões, a arte.

São mudanças importantes?

VICTOR – Sim, porque a evolução exige mudança. Se você insiste em ser igual e não se abre para as mudanças em seu modo de pensar e agir, estará perdendo o melhor da vida, que é amadurecer. Há aqueles que amadurecem e aqueles que apenas envelhecem. A diferença entre eles resume-se em uma só palavra, a felicidade.

Estas mudanças foram positivas ou negativas para a música sertaneja?

LEO - A música evolui e muda naturalmente com o passar dos anos. Os arranjos, as letras e as tendências de ritmos variam. Isso é positivo. Só não vejo com bons olhos os rótulos (exemplo: sertanejo universitário) que tentam colocar numa cultura tão forte e com tanta história como a música sertaneja. É natural que ela se modifique, mas não cabem rótulos. Algumas duplas até assumem esses rótulos, talvez sem intenção, mas indiretamente desrespeitando esse estilo com tanta raiz e história. É preocupante a quantidade de duplas surgindo sem identidade, sem estilo próprio. Isso satura e cansa. É como se fosse uma onda e todos querem fazer igual. Não vejo com bons olhos. Há alguns anos surgiram muitas duplas. O que ficou foram as duplas com estilo próprio sem imitações.



O estilo da dupla é diferente da música sertaneja? Como vocês definem este trabalho?

LEO – São músicas que falam de terra, sertão e de coisas do campo, podem ser consideradas sertanejas independentemente dos ritmos. As letras do Victor têm sempre algo do estilo. Nossa maior referência sempre foi a música sertaneja. O que fazemos é de forma diferente, inovadora, original, fugindo de imitações.

A dupla está preparando algum novo trabalho?
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LEO - Estamos focados no último trabalho, que gravamos recentemente. Mas todo ano tem alguma novidade, 2010 não será diferente. Não temos ainda um projeto novo definido, mas certamente sairá.