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Review "Amor de Alma" pelo Blognejo.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011


Mudança de estratégia. É a primeira coisa que me veio à cabeça assim que ouvi o disco da dupla Victor & Leo por inteiro pela primeira vez. Talvez pudesse ser esse o título do CD, inclusive. Depois de no mínimo 3 lançamentos na mesma linha folk romântica com algumas canções de temática rural, Victor & Leo lançam pela primeira vez um disco baseado principalmente em canções agitadas, priorizando pela primeira vez a sanfona ao invés do violão marcante do Victor.
Após 5 anos seguidos de sucesso, uma das reclamações do público sobre a dupla era, ainda, a respeito do show. Assim como acontece com a Paula Fernandes, é comum ouvir gente dizendo que o show da dupla “dá sono”. Eu particularmente discordo dessa colocação. Afinal de contas tanto Victor & Leo quanto Paula Fernandes estão num status onde eles são a atração do evento. A pessoa compra o ingresso para vê-los e não para curtir um show qualquer enquanto festeja na balada. Isso dá a eles a oportunidade de fazer o show que quiserem, com as músicas que acham que devem tocar. É meio incoerente a pessoa saber como é o trabalho da dupla, comprar um ingresso para ir num show e depois sair reclamando que o show é desanimado. Ora, é basicamente um apanhado das músicas dos discos.
Ainda assim, o disco “Amor de Alma” é uma clara demonstração que a dupla se preocupa, sim, com o que o público que frequenta seus shows está querendo. Ao invés das tradicionais baladas com longos arranjos de violão, o disco traz principalmente canções com pegada dançante e ainda resgata os pout pourries com grandes sucessos sertanejos, que não apareciam nos discos de Victor & Leo desde o DVD “Ao Vivo em Uberlândia”. No disco anterior, eles haviam contado com o apoio do Guto Graça Melo. Desta vez, no entanto, os dois voltaram às origens e se dedicaram por inteiro ao processo de produção.
É até meio surpreendente dar o play no disco e escutar logo de cara uma canção dançante (vaneirão), quando se fala de Victor & Leo. Fora as regravações que a dupla fez em alguns discos, como “Cavalo Enxuto”, “Arapuca” e algumas outras, não me lembro de canções inéditas da dupla com essa pegada. No disco “Borboletas” tinha uma música, “Timidez”, que oscilava entre o vaneirão e um outro ritmo que não dava pra identificar direito. Mas Victor & Leo ainda não tinham se arriscado a gravar um vaneirão inédito. Pelo menos não tantos de uma vez.
O disco “Amor de Alma” traz pelo menos 3 vanerões inéditos, além de um potpourri também nessa pegada. A música “Boteco de Esquina”, um dos vanerões que abre o disco, presta uma homenagem aos cantores de boteco com uma história engraçada sobre um barzinho. Um detalhe interessante é que a música não tem refrão. São 4 estrofes, cada uma destacando um aspecto interessante dos botecos que só quem canta nesses lugares sabe. Na ordem das estrofes: o garçom boa praça, a mulher casada que dá em cima do cantor, os aniversariantes (só Deus sabe quantas vezes os cantores de bar cantam “Parabéns pra você” por noite) e o bebum que fica até o final e insiste em pedir música mesmo depois do som desligado. Uma música genial, diga-se de passagem.
“Venha ver o mar” e “Lu” são as outras duas músicas na mesma linha, as duas um pouco mais românticas, apesar da pegada dançante. “Lu”, na verdade, nem é tão diferente assim do tradicional estilo da dupla, apesar do ritmo. Assim como boa parte das canções de Victor & Leo, essa canção também tem uma letra romântica e é cantada em tom menor, garantindo uma pegada mais íntima, por assim dizer. Da faixa 1 à faixa 6, o disco se alterna entre um vaneirão e uma balada. Apesar de neste disco a sanfona ser bem mais marcante, as baladas serviram pra deixar o violão ainda em evidência. A faixa “Lágrimas”, ao contrário das outras duas baladas, tem uma letra bem mais elaborada e um arranjo de violão mais complexo.
Da faixa 7 à faixa 9, as regravações do disco. A faixa 7 é uma releitura numa pegada mais dançante da música tema da novela “Mulheres de Areia”, “Sexy Iemanjá”. A faixa 09 é um potpourri de guarânias com duas músicas excepcionais: “Passe Livre”, da dupla Teodoro & Sampaio, e “Se eu não puder te esquecer”, uma das clássicas composições do Moacyr Franco gravadas pela dupla João Mineiro & Marciano. Da faixa 10 em diante, apenas canções tocadas quase que apenas no violão, incluindo um dueto com a Paula Fernandes na música “Sonhos e Ilusões em mim”. A faixa “Longe”, traz o Victor na primeira voz, como já é tradição nos discos da dupla.
O potpourri da faixa 08 é outra idéia bem bacana deste disco. São 3 músicas em homenagem ao Trio Parada Dura, sendo duas regravações de clássicos que o Trio gravou (“Fuscão Preto” e “O Doutor e a Empregada”) e uma inédita para fechar o poptpourri com uma música que une e fecha a história das outras duas, contando como o Doutor fugiu com a empregada no Fuscão Preto. Idéia interessantíssima.
Apesar do repertório bem escolhido, o disco peca na distribuição exageradamente certinha das faixas. Da faixa 01 à faixa 06, a alternância entre um vanerão e uma balada. Da 07 à 09, as regravações. E da 10 à 12, as músicas tocadas somente no violão. Como houve essa preocupação com a proporção do disco (exatamente 3 faixas para cada subsegmento mencionado), talvez fosse mais prudente distribuir melhor as faixas no disco, que abre com uma música pra cima e fecha com 3 extremamente lentas, o que acabou tirando o efeito da abertura, que tinha uma sequência de 5 músicas de linguagem mais popularesca e consequentemente bastante animadas. A colocação da faixa “Venha ver o mar” no fechamento do disco e a distribuição das faixas lentas de forma mais separada provavelmente garantiriam um efeito melhor.
Ainda assim, é notável como o “Amor de Alma” busca de fato agitar um pouco mais a galera nos shows da dupla. Dependendo da forma como as músicas forem executadas durante as apresentações, não creio que a tal reclamação mencionada parágrafos acima persista. É importante observar como Victor & Leo ainda se preocupam com a opinião do seu público a respeito dos shows mesmo sendo eles ainda as atrações principais de praticamente qualquer evento que participem e mesmo tendo conquistado um status invejável em relativamente pouco tempo de exposição na mídia. Qualquer outro artista afetado pelo ego inflado provavelmente estaria pouco se lixando se o povo está ou não curtindo o show. Victor & Leo, pelo jeito, se preocupam.

Nota: 8,5


Fonte: Blognejo.

Deus e Eu no aniversário da Paranaíba FM, por Marcus do Blognejo.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Pessoal, aqui um relato de como nosso amigo Marcus do Blognejo teve a honra de entrevistar essa dupla que tanto amamos. Este post está muito bom de se ler, pois ele nos traz o turbilhão de emoções que viveu Marcus, as expectativas, ansiedade, espera e por fim, o gran finale que culminou com a entrevista.

Leiam.


Já era fim de noite na quinta-feira. Tudo caminhava para encerrarmos as entrevistas de maneira satisfatória. Afinal tínhamos conseguido uma boa quantidade de depoimentos e de respostas dos artistas a algumas perguntas. É verdade que foram poucas, mas ainda assim fizemos o possível dentro do que nos foi autorizado fazer.

No início da noite de quinta, a principal preocupação dos presentes na sala de imprensa do Aniversário da Paranaíba FM era se seria possível ou não falar com Victor & Leo. Claro que a noite prometia, teríamos diversas outras atrações, mas os dois irmãos acendem este tipo de reação nas pessoas. Os caras são a principal dupla da atualidade e tudo mais. Têm fama de serem avessos à imprensa e coisas do gênero.

A própria assessoria do evento, que cuidava de nos avisar sempre que algum artista fosse adentrar a sala onde estávamos, já tratou de jogar um balde de água fria no ânimo da galera. “Victor & Leo não vão atender a imprensa, já mandaram um e-mail avisando e tudo mais”. Enfim, nos preparamos para não atendê-los. Não seria de todo ruim, afinal conseguimos falar com um excelente número de artistas. Mas é fato que com Victor & Leo o fim dos trabalhos seria excepcional.

Por volta da 01:30 da manhã, com todos os atendimentos à imprensa realizados, já nos preparávamos para ir embora. Muitos leitores do Blognejo que souberam da cobertura desse evento pediram que tentássemos falar com Victor & Leo de qualquer jeito. Eu já estava preparado para juntar minhas tralhas e vazar, sem a bendita entrevista com os irmãos de Abre Campo. A sala de imprensa ainda com alguns gatos pingados que acreditavam que algo de importante ainda ia acontecer.

Eis que recebemos a notícia da chegada deles. Ao contrário dos outros artistas, que foram de van, Victor & Leo foram em seus carros e estacionaram praticamente embaixo do palco, para evitar o assédio da galera. A chefe das assessoras disse sem rodeios: “ih, gente, pode desistir, vão subir direto pro palco”. Quando o Victor desceu do carro, no entanto, seus passos não caminhavam em direção ao palco. Ao contrário. Calmamente ele caminhava rumo à sala de imprensa. Uma legião de sanguessugas e seguranças já estavam ao lado dele, o que pareceu não aborrecê-lo. Não passou sequer pela sala onde estavam concentrados todos os outros artistas. Pelo lado de fora, ele foi direto à sala de imprensa, onde nos encontrávamos.

De repente começa a muvuca: “Victor & Leo estão vindo, Victor & Leo estão vindo”, diziam as assessoras. Meu equipamento já estava preparado desde o início da noite. Então o que fiz foi apenas me posicionar e aguardar o atendimento. O Victor adentra a sala onde, agora sim, se concentrava uma legião de curiosos e de gente que nada foi fazer ali a não ser fingir que acompanhava os dois. Na verdade, o Leo ainda não tinha dado as caras, só o Victor.

De repente algo meio que estranho e ao mesmo tempo mágico começou a acontecer. O Victor caminhava em minha direção. Junto a ele, estavam o Luiz Antônio (empresário) e o Yves (produtor). Cumprimentei o Victor rapidamente e me virei para o Luiz Antônio. Eu já o conhecia de uma ocasião em que tentei inocentemente convencê-lo a tocar meu CD na Paranaíba FM, quando ele ainda era o diretor artístico de lá. Na época, há 3 anos ou 4 anos atrás, meu CD era uma bosta. Mas eu, no auge da minha inexperiência musical, acreditava que aquela bosta poderia ser executada na maior rádio sertaneja do interior do país.

Enfim, claro que o Luiz Antônio não se lembrou de mim, mas ainda assim estendeu a conversa me perguntando sobre como andava minha carreira musical e coisa parecida. De repente, ele se vira para o Victor, que estava sozinho, aguentando todos os olhares fixados nele e diz: “Victor, ele tem dupla aqui em Uberlândia, tem esse site aqui (apontando para a minha camiseta com a logo do Blognejo estampada)”. Foi o suficiente para o Victor começar a me perguntar tudo sobre minha dupla, além de detalhes da minha vida. Até se eu tinha outra fonte de renda ele perguntou. Interessado, olhando no olho, como se eu fosse alguém cuja vida merecesse sim ser conhecida. Não como uns e outros que não se dignaram nem a atender a imprensa (detalhes em outro texto a ser postado).

Eis que o Leo chega e se aproxima do local onde estávamos conversando. O restante do pessoal ficou meio que boquiaberto com a maneira como fui tratado pelo Victor. Sério, parecia que nos conhecíamos há um bom tempo. Uma educação incomparável, uma finésse sem tamanho. Me posicionei entre os dois para fazer as rápidas perguntas a que fui autorizado pela produção do evento. Afinal, tinha muuuuuita gente na fila pra ser atendido por eles. Claro que 80 % desse povo sequer se preocupou em ser atendido por duplas em início de carreira ou que ainda não gozam de fama e prestígio como os dois. Com alguns artistas, as assessoras chegaram a pedir que eu fizesse mais perguntas pra evitar constrangimentos. Fora o fato de que muita gente sequer sabia o nome de vários artistas que estavam por lá.

Já com o microfone na mão, pronto para a pergunta, fui interrompido por uma das assessoras de imprensa do evento, solicitando que eu cedesse a minha vez para o pessoal da TV que estava por lá. Claro que eu iria ceder, afinal eu era só mais um a ser atendido, mesmo com o Victor fazendo parecer que minha presença ali conversando com eles era o momento mais importante da festa. No entanto, não precisei arredar o pé, porque o próprio Luiz Antônio se encarregou de autorizar que eu fosse o primeiro a entrevistar a dupla. Isso sem eu ter pedido nada.

Começa a entrevista. Pensamentos a mil. Que pergunta fazer? Tinha que ser a pergunta certa, afinal o tempo era curto. Nesse momento, nessa fração de segundos, o público presente se silenciou, a câmera se posicionou e eu praticamente me tornei o centro das atenções. Afinal era pra mim que olhavam, era uma palavra minha que aguardavam, As pernas tremiam. Depois de um ano de decepções com várias coisas que aconteceram ao Blognejo, enfim estava para acontecer a redenção. Eu, um blogueiro “idiota”, estava ali falando com a maior e mais polêmica (ainda que sem intenção de serem) dupla da atualidade.

A primeira pergunta foi a tradicional “O que têm achado da repercussão do trabalho?”, feita apenas para ganhar tempo. Direcionada ao Victor, posicionado do meu lado direito. Como é de praxe, uma resposta bem embaçada se seguiu. O Leo ainda estendeu um pouco a resposta falando também do seu ponto de vista. Segunda pergunta. A hora tinha chegado. Com as palavras meio embaralhadas e os olhares fuzilantes de uma porrada de gente que aguardava silenciosa para ser atendida, perguntei sobre o que teriam para responder aos críticos que os acusam de “desdenharem” do sucesso que fazem. Tentei fazer AAA pergunta de uma forma um pouco sutil e que não parecesse tão direta. O resultado saiu melhor que a encomenda, porque eles responderam muito mais do que eu esperava que respondessem.

Eu ali com o microfone na mão e a dupla Victor & Leo, enfim, resolvendo a polêmica sobre as declarações postadas em um site e que renderam, até aqui no Blognejo, críticas nos mais diversos níveis. Não precisei me esforçar, não precisei tentar extrair palavras dos dois. Eles viram ali uma chance e abraçaram. falaram tudo o que queriam. O pessoal me fuzilando porque a conversa não acabava, mas eu nem via mais ninguém. Acontecia ali o meu momento, a minha vez. Era comigo que eles estavam falando. Era para o Blognejo que estavam dando a entrevista.

E a dupla pareceu tão empolgada com a chance de poderem finalmente esclarecer esse assunto que algumas pessoas que já viram o vídeo até me chamaram a atenção para o fato de eles parecerem querer tirar o microfone da minha mão, de tanta vontade que estavam de falar. “Marcão, você ficou cortando os caras”, disse uma das pessoas que já viu o vídeo. Não, eu não os cortei. É que enquanto um deles falava, o outro queria emendar. E as outras pessoas que queriam ser atendidas já estavam quase me tacando os objetos que tinham às mãos.

Trabalho realizado, dever cumprido, e a melhor entrevista de todas as realizadas no decorrer da festa finalmente estava garantida. Não consegui apenas falar com Victor & Leo. Falei o que precisava ser falado. Tanto que o próprio Leo fez questão de elogiar as perguntas feitas. Prestem atenção ao vídeo (que será postado daqui a pouco) e confiram se isso é mentira.

Enquanto atendiam as outras pessoas, tratei de agradecer profundamente ao Luiz Antônio pelo tratamento dispensado a mim. Separei um dos kits de natal que preparei para dar aos artistas que entrevistei e dei a ele, como forma de agradecimento, o que aguçou a curiosidade do Victor, que perguntou: “o que é isso aí? eu quero um”. Disse do que se tratava (um CD e um cartão de natal) e ele, educadamente, disse: “Cara, sei como são difíceis as coisas, a gente dar o CD pros outros quando a carreira tá começando, se quiser eu posso comprar de você, se for te ajudar”, já pondo a mão na carteira. Educadamentem agradeci, afinal se alguém ali merecia ganhar um presente era ele, pela incrível demonstração de humildade e educação que teve comigo durante toda a conversa.

Quando encerrei a conversa, saí da sala para ceder espaço aos outros que ainda aguardavam atendimento. Claro que não deixei de ouvir reclamações do tipo: “sua entrevista foi massa demais, mas você arrebentou a gente. Não vão mais querer nos atender.” Ainda comemorando sozinho a minha redenção, o meu momento, fui percebendo que Victor & Leo atenderam, sim, todos os que lá estavam, sempre de forma polida e educada. Aliás, assim aconteceu durante as duas noites, com todos os artistas agindo educadamente. O fato é que Victor & leo fecharam com chave de ouro.

Emocionado pela minha conquista (afinal ninguém é capaz de imaginar como é para mim, um blogueiro do triângulo mineiro, a 500 km do centro do Brasil, que batalha sozinho com seus outros 2 empregos, conseguir algo desse tipo), e por mais que eu saiba que muitos que passarem por aqui vão fazer pouco da minha vitória, afinal criou-se essa aversão ao Marcus e a tudo o que o Blognejo representa em boa parte dos fã-clubes (principalmente os do Victor & Leo), aquele momento foi meu. Foi mágico. Não tive que me esforçar em praticamente nada. Eles foram até mim. Eles conversaram comigo. Eles responderam muito mais do que eu esperava que respondessem. E para mim, que não esperava sequer que eles fossem me atender, o fim da cobertura foi magnífico, fantástico, sublime.

Agradeci a Deus, emocionado, enquanto estava de fora da sala aguardando a saída de todas as pessoas que ainda estavam por lá. Chorei um pouco, inclusive, por maior que pareça a demagogia dessa frase. Afinal ali tive minha redenção. Ali tive tudo o que eu precisava para saber que o Blognejo pode, sim, conquistar seu lugar ao sol um dia. As coisas aconteceram de forma tão natural ali que tive a certeza que Deus está do meu lado, que me apóia. Não foi uma exclusiva, mas foi o suficiente para fechar meu ano com chave de ouro e mostrar que talvez 2010 seja o ano definitivo da ascensão do Blognejo. Isso se não encontrarmos outros obstáculos pelo caminho.

Abaixo o vídeo da entrevista:

Nela a dupla explica um mal entendido a respeito de terem divulgado o fato deles renegarem a origem sertaneja. Entrevista muito bem feita e conduzida pelo amigo Marcus do Blognejo
"A música é uma questão universal que é feita para unir povos, unir pessoas, não para desunir, não o contrário." Victor Chaves.



fonte: Blognejo.com

Marcus, só temos uma coisa a dizer: quando menos se espera as coisas chegam livres, e com V&L não é diferente! Você mereceu cada minuto ao lado de duas pessoas tão queridas, especiais e polidas (como você mesmo disse) quanto eles. Quando a gente persevera e corre atrás dos objetivos temos o êxito esperado. O resultado vem de forma natural, mesmo que hajam pedras no nosso caminho.
A você nossos parabéns pela entrevista, ótima entrevista e saiba que pode contar com a gente aqui no Portal SEMPRE! Como diz nosso poeta: "O sucesso de uma pessoa existe quando ela faz o que ama!" Torcemos e vibramos pelo sucesso aqui a distância, e pelo jeito as boas energias chegaram até você.