Portal Victor e Leo: entrevista
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Victor e Leo TV Fama.

sábado, 17 de dezembro de 2011
Assista à entrevista feita por Iris Stefanelli para o TV Fama nos bastidores do Direito de Viver.



Fonte: youtube/Dou6Madden

Alfa de dezembro entrevistou os irmãos Victor e Leo.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

A dupla sertaneja, fenômeno de vendas, contou à revista o que aprendeu em quase duas décadas de estrada: “Acham que trabalhamos com música para fazer sucesso, comer as gostosas e enriquecer”.

A edição de dezembro da revista Alfa entrevistou os irmãos Victor e Leo, que acabam de lançar seu nono álbum, Amor de Alma.

Além de fenômeno em vendas, Victor é o maior arrecadador de direitos autorais no Brasil, desde 2008, à frente de nomes como Caetano Veloso ou Roberto Carlos.

Antes do sucesso, a dupla cantou por mais de uma década em bares e para um público bastante reduzido.

”A melhor escola para você começar a administrar o seu talento é o barzinho. Nós temos mais de 15 anos de bar. Acho fundamental para qualquer artista. Tem dias em que você canta para uma ou duas pessoas. Eventualmente, um casal a noite inteira. Você evita fazer intervalos para que aquelas poucas pessoas não vão embora. Aí, no final da noite, 4h da manhã, você com a voz estourada, chega um bêbado e pede mais uma”, relembra Leo.

Na entrevista, os irmãos deixam claro que não são caçadores de fama.

“O que a gente entrega às pessoas é a nossa arte. É uma oferenda. Alguns não sabem disso e acham que trabalhamos com música para fazer sucesso, comer as gostosas e enriquecer”, afirma Victor.

Sobre o assédio das mulheres, embora não seja algo que os cantores buscam, é uma consequência natural do sucesso.

“Quando as mulheres começaram a me assediar demais, perdi o prazer de descobrir alguém aos poucos”, diz.

Victor contou ainda sobre como passou a lidar com a fama com mais naturalidade.

“Eu acho que é bom todo mundo fazer um pouco de análise. É você com você mesmo, através de alguém. A terapia me ajudou a ver a f ama de uma forma mais natural, mais brincalhona”, fala.

O cantor contou sua estratégia para não se deixar afetar com o que falam da dupla na web: “Não olho a internet. Qualquer um põe o que quer lá… Eu sigo apenas alguns blogs e sites de fã-clubes porque sei que vão elogiar”.

Fonte: Jornale

Entrevista com Victor e Leo.

Victor e Leo: “Estávamos sem pique, mas agora voltamos com gás total”
Com duas décadas de parceria e cinco anos de sucessos sertanejos, a dupla mineira retoma a carreira com o CD "Amor de Alma" e turnê nacional. Leia a íntegra da entrevista.

Comemorando duas décadas de carreira em 2012, os irmãos mineiros Victor e Leo percorrem o país para divulgar “Amor de Alma”, seu nono disco. Rondando o topo das rádios brasileiras desde 2006 com hits como “Tem que ser Você”, “Borboletas” e “Boa Sorte pra Você”, a dupla mantém no novo trabalho a combinação de música própria (Victor assina oito faixas) e regravações. Lá estão o clássico do brega “Fuscão Preto”, de Almir Rogério, e “Se Eu Não Puder te Esquecer”, do Moacir Franco, que também se tornou famosa na voz de João Mineiro e Marciano. A mudança de “Amor de Alma” acontece nos palcos. Victor, de 36 anos, e Leo, de 35, decidiram diminuir o ritmo. Nada de carreira internacional nem shows que possam interferir na vida familiar da dupla. “Estávamos muito cansados, sem pique. Resolvemos ficar dois meses parados e agora voltamos com o gás total”, diz Victor. Para os fãs brasileiros, no entanto, a turnê segue firme. Nos dias 15, 16, 17 e 18 de dezembro, os irmãos cantam no Credicard Hall. A dupla sertaneja falou a Época São Paulo sobre disco novo, vida amorosa e carreira internacional.

Qual é a diferença de “Amor de Alma” para os discos anteriores?

Leo: Nos dedicamos muito neste trabalho. Por exemplo, o “Borboletas” foi um disco no qual a gente se dedicou profundamente, mas enquanto gravávamos ele, fazíamos seis shows por semana, era uma loucura. E no mesmo ano, ainda havíamos gravado um disco todo em espanhol. Foi um desgaste que eu não queria ter de novo.

Victor: Nossas férias foram fundamentais para diminuirmos o ritmo. Estávamos muito estafados, cansados, sem pique. Resolvemos ficar dois meses parados. E quando voltamos, parecia que éramos outras pessoas, estávamos com o gás total. A gente se ouvia muito melhor. “Amor de Alma” tem mais gás e é automaticamente mais para cima. Quando você produz e arranja seu próprio trabalho, sai a verdade que está dentro de você no momento. Nos dois últimos discos, tivemos teclado, piano, algumas coisas mais eletrônicas. Este disco é 100% o que a gente faz de melhor: um som mais cru. Não tem guitarra, não tem teclado. Ele é recheado de acordeom, violões, bateria, contrabaixo e percussão, apenas.

Por que incluir regravações no novo disco?

Victor: Em quase todos os discos, nós fizemos alguma regravação, com exceção do álbum “Borboletas” (2008), 100% autoral. Em todos os outros trabalhos, regravamos alguma coisa. Por termos cantado muito em bares, durante 15 anos, temos muitas músicas que marcaram nossas vidas, nossas carreiras, que fizeram parte da nossa história e que a gente tem uma relação de amor.

Vocês são recordistas em direitos autorais e lotam todos os shows. Há alguma fórmula para isso?

Leo: O que a gente faz num show hoje, pra muita gente, é o mesmo que fazíamos no boteco há 20 anos. Não mudou nada. Muda, claro, a dimensão da coisa, mas para nós é um grande “botecão”. O importante é administrar a forma que você faz a sua arte, sem ficar pensando nos sentidos que a mídia dá para o sucesso. É a forma de manter a sua natureza intacta.

Como está a vida amorosa dos dois?

Leo: Eu sou casado há seis anos, tenho dois filhos e a minha família me ajuda muito. O fato de eu ter filhos e uma esposa que é maravilhosa, uma grande amiga e companheira, ajuda muito. Porque quando você sai de casa e vai para esse mundo de assédio, de vaidade, parece que você sai um pouco de você, fica preocupado o tempo todo no que vai falar, como vai se mostrar. Existe uma responsabilidade muito grande. E quando eu volto, a família me traz de volta à minha realidade.

Victor: Eu estou solteiro.

As fofocas incomodam?

Victor: Nos preocupamos muito com a utilidade do nosso trabalho, que tipo de mensagem o disco vai passar. Nosso público é muito variado e tem uma boa parte infantil. Por isso, não fazemos comercial de cerveja. Nada contra quem faz, mas nos preocupamos com o tipo de mensagem que passamos para as crianças e adolescentes. Falamos de valores éticos, de respeito, de educação e agimos assim no dia a dia, nas entrevistas, nos shows, no cotidiano.

Gravar com a Paula Fernandes foi apenas uma escolha musical?

Leo: Admiramos muito ela, como artista e como pessoa. Nos conhecemos há uns 10 anos, somos amigos, temos um carinho especial um pelo outro. Antes mesmo de estourar, ela mostrou uma música para nós, “Meu Eu em Você”, e perguntou se não queríamos gravar. E claro que gravamos. Tinha tudo a ver com o disco e a gente viu o quanto tínhamos afinidade artística depois disso.

Sertanejo universitário, novo sertanejo, pop romântico. Qual é o som da dupla?

Victor: A única coisa que sempre dizemos é que a palavra sertanejo advém de sertão. Se o cara que canta música dita sertaneja não sabe o que significa sertão, bucolismo, ele não está cantando música sertaneja na sua essência. Talvez ele esteja seguindo a fórmula de uma canção que vendeu muito, com o rótulo sertanejo, e vai fazer isso até esgotar. E, infelizmente, estão misturados esse tipo de música no mesmo balaio de quem sabe o que faz. Eu respeito, só não acho justo. Se você tem conhecimento da essência, você pode transitar por outras influências, sem perder o vínculo.

Leo: Fazemos a música sertaneja, que tem uma tradição de raiz com o país. Nós nunca nos preocupamos em fazer o que o mercado pede ou que está na moda.

Quem são os novos nomes da música brasileira que valem a pena ser escutados?

Leo: Ouço no carro Paula Fernandes, Maria Gadú, mas também volto para as antigas: MPB, música regional , bastante música internacional, rock, principalmente, e folk.

Victor: Alceu Valença, Lulu Santos, Alcione, Zé Ramalho, Renato Teixeira, esses caras ainda estão aí e, às vezes, muita gente não sabe. Por exemplo, você pergunta de quem é “Anunciação”? Respondem: Victor & Leo. Não, ouçam Alceu Valença. Esses artistas podem estar um pouco distante da mídia, mas a nova geração precisa estar a par do trabalho deles. Falo isso porque me preocupo com o exagero de fogos e tecnologia ao vivo que alguns artistas estão utilizando. O importante é a música.

O música brasileira está preparado para o mercado internacional? Como anda a carreira de vocês no exterior?

Leo: Claro, está sim. Tem muita coisa boa acontecendo aqui no Brasil e que merece ir para fora. Nós gravamos um CD em espanhol em 2008. Fomos a Miami, Porto Rico, México, Argentina, Colômbia e iríamos a mais uns 10 países. Aí veio a gripe suína e somado a isso, veio o cansaço, estafa, desgaste, pois a agenda no Brasil não parou. Agora, recentemente, a Sony Internacional tocou nesse assunto novamente, sobre lançar um projeto maior, novo, em espanhol. Mas eles precisariam de uns 100 dias da gente fora do Brasil. Nós não temos isso. Então, temporariamente, estamos abdicando de um trabalho internacional. Recebemos diariamente mensagens do Uruguai, Colômbia, México, para voltar. Futuramente, quem sabe.

VICTOR & LEO. Dias 15 de dezembro (21h30), 16 (22h), 17 (0h) e 18 (20h). Credicard Hall, Av. Das Nações Unidas, 17955, tel.: 4003-5588. Ingresso: de R$ 60 a R$ 250



Fonte: Época SP.

Victor e Leo se entregam em novo CD: "Estamos cheios de amor para dar".

sábado, 26 de novembro de 2011
Após 5 anos de agenda cheia, dupla busca fôlego e está na fase de curtir o que conquistou.

Após cinco anos do sucesso nacional, finalmente Victor e Leo podem tirar o pé do acelerador e curtir com calma tanto a rotina de shows quanto o lazer em família.

Pelo menos é que afirma Leo.

Em entrevista ao R7, o cantor disse que a capa do novo trabalho, Amor de Alma', o nono dos 20 anos de carreira, traduz bem o momento que os irmãos estão vivendo, de tranquilidade e liberdade na carreira e na vida pessoal.

- Estamos cheios de amor para dar. Esse álbum chega depois de cinco anos da loucura do estouro nacional e da agenda cheia. Estamos com mais gás. Entramos em estúdio depois de férias e estávamos em um clima muito bom e de alto astral. Durante a produção de Amor de Alma ficamos três meses sem um dia de folga, mas lavei minha alma.

Hoje, Victor e Leo se dão o luxo de colocar na agenda somente quatro shows por semana [entre 2007 e 2009, eram cinco ou seis] e deixar o resto do tempo para curtir o que conquistaram com a maratona de 200 apresentações por ano.

- Tenho mais tempo para minha família, minha mulher e meu filho. E o Victor também. Fizemos isso para usufruir do que conquistamos.

Já pela capa do CD, inclusive uma sugestão do mais velho, Victor, os irmãos tentam mostrar a cara desta nova fase, de liberdade e tranquilidade profissional. Na imagem tanto da frente do álbum quanto no encarte, eles foram fotografados nos cavalos de Leo.

Segundo o cantor, o trabalho anterior, Boa Sorte pra Você, acabou refletindo o cansaço da dupla.

- Boa Sorte ficou mais lento, refletindo aquela época que estávamos mais cansados. É lindo igual, mas é um CD para ouvir viajando, por exemplo. Neste, ficávamos contando piada no estúdio, em um clima bem mais leve. Aí ele saiu mais animado. Isso passa para a música.

Apesar de ser o número um em composições no Brasil,o modesto Victor deu espaço para regravaçãoes de outros mestres da música sertaneja neste novo trabalho. O que ficou como forma de relembrar o tempo em que ele cantava em bares por São Paulo, principalmente. Ele conta que já se sentia realizado na carreira antes mesmo de estourar nacionalmente.

- A gente vivia muitíssimo bem de música. Eu não dependia de nenhuma expansão nacional para ser feliz. Eu já era. Eu tinha meu carro, estava dando entrada no meu apartamento, fazia minhas pescarias semanais e tocava cinco dias por semana. Eu pude provar de uma realização artística que não dependia de fama, nem de reconhecimento nacional para existir. Eu já estava realizado. Eu não estava buscando. Eu nunca tentei fazer sucesso.

No CD, são nove inéditas, de composição de Victor. Uma delas, Mal Resolvido, em parceria com o irmão. As demais regravações foram reunidas ali canções que marcaram a música sertaneja e a história dos irmãos, como Fuscão Preto (Jeca Mineiro e Atilio Versutti) e Se Eu Não Puder te Esquecer'(Moacyr Franco).

- Minha família sempre ouvia música sertaneja. Trio Parada Dura estava sempre presente nos churrascos. Nosso primeiro carro foi um Fuscão. Mas era branco, não preto. [risos]

Já Sexy Yemanjá (Pepeu Gomes e Tavinho Paes), aquela da abertura de Mulheres de Areia, marcou a época que os irmãos cantavam na praia quando iam pra Espírito Santo.

E se é para relembrar a época dos bares percorridos nos 15 anos de carreira, é a canção de abertura, Boteco de Esquina, que destaca bem aquela época.

- Acontece com qualquer cantor [o assédio no bar]. É recorrente de quem toca em boteco. Tem casal que chega e é nítido que eles estão curtindo juntos. Outros, o cara está olhando para o lado e ela para outro. O cantor como chama muito atenção tem que saber lidar. Esse jogo de cintura que ter diante de um assédio no bar. Eu cumprimento sempre primeiro o homem. Depois a mulher, com aperto de mão.

O álbum também ressalta a parceria com Paula Fernandes, em Sonhos e Ilusões em Mim. Depois de dividirem o microfone em Não Precisa, que entrou no Paula Fernandes ao Vivo, eles se juntaram para eternizar a amizade no CD dos irmãos. Victor, que nega os boatos de um namoro, antigo ou atual, com a nova queridinha do sertanejo, não poupa elogios a ela.

- Qualquer coisa fica linda naquela voz.

Fonte: R7.

Vídeo: novo trabalho de Victor e Leo.



Fonte: Youtube/tvdiariosp

Victor e Leo aprendem a dizer não e voltam mais animados em novo disco.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Dupla diminui o ritmo de shows e passa seis meses gravando o nono álbum, "Amor de Alma"

Após quase vinte anos de carreira, chegou a hora de a dupla Victor e Leo dizer não. Calma, os irmãos não brigaram nem pretendem se separar. O não é para parte dos compromissos que a vida de artista exige. "Há mais ou menos um ano falamos para o nosso empresário que iríamos fazer no máximo quatro shows por semana. Se ele marcasse o quinto, ele mesmo ia ter que cantar", conta Leo.

É uma situação bem diferente da de cinco anos atrás, quando a dupla estava começando a ficar conhecida em todo o Brasil e costumava fazer até seis shows por semana. "Fiquei praticamente três anos sem ver a minha família direito", diz Leo.

Agora, o duo decidiu diminuir o ritmo. Tanto que colocou na geladeira os planos de uma carreira internacional. "Em 2008, lançamos um disco em espanhol e fizemos alguns shows na América Latina", explica Victor. "Recentemente, recebemos o convite para gravar outro. Mas, para promovê-lo, teríamos que passar cem dias fora do Brasil. Por enquanto, a resposta é não. Quem sabe no futuro."


Veja letras de Victor e Leo no Vagalume


A revelação foi feita num hotel na zona sul de São Paulo, onde a dupla deu entrevistas para promover seu nono disco, "Amor de Alma". O álbum é fruto dessa fase mais tranquila dos dois. As gravações duraram seis meses e aconteceram em um estúdio em Uberlândia, no interior de Minas Gerais. Um dos destaques do disco é a participação especial de Paula Fernandes na faixa "Sonhos e Ilusões".

"Somos amigos da Paulinha há dez anos, quando nenhum de nós era famoso. E também admiramos muito o trabalho dela", explica Victor. "Ela já gravou algumas músicas nossas e, quando escutou 'Sonhos e Ilusões', deu a entender que queria gravar também. Aí eu falei para ela: 'Tudo bem, pode gravar. Mas tem que ser no nosso disco'. Ela topou."

Foto: Divulgação

Outro destaque é a regravação de "Sexy Iemanjá", canção de Pepeu Gomes que foi abertura da novela "Mulheres de Areia", atualmente reprisada pela TV Globo. A escolha da música, segundo Victor, foi totalmente pessoal. "Nós costumávamos cantá-la quando estávamos começando e fazíamos shows em barzinhos", explica. "Foi uma forma de relembrar essa época."


Leia também: Victor e Leo lideram arrecadação no Brasil


No geral, "Amor de Alma" é também um trabalho mais dançante do que o anterior, "Boa Sorte pra Você". "Nossos discos são sempre um retrato do nosso momento. Na época do 'Boa Sorte pra Você', estávamos muito cansados, então saiu um trabalho mais introspectivo", afirma Leo. "Já o 'Amor de Alma' saiu mais animado porque estamos mais animados. Não foi nada planejado."

A capa do disco, uma foto dos dois andando a cavalo ao ar livre, retrata esse momento. "Foi ideia do Victor. No começou eu achei que não ia ficar legal, nem queria fazer. Mas ele insistiu e a gente fez. No final acabei gostando."

Fonte: Último Segundo.

Super Útil entrevista Victor e Leo .

quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Entrevista concedida em Presidente Prudente.



Fonte: youtube/Bandsp2

Victor & Leo falam sobre CD e Victor desmente namoros: ‘Estou solteiro e tranquilaço’

Assim que pisou na sala do Hotel Grand Hyatt, em São Paulo, onde aconteceriam as entrevistas para lançamento de "Amor de alma", novo álbum da dupla Victor & Leo, o primeiro cantor perguntou: "Vai doer?". A assessora garantiu que não, e, com sorriso e simpatia, a dupla enfrentou uma tarde de entrevistas. Enquanto Victor respondeu às perguntas sobre o atrevimento das fãs, os rumores de romances com Xuxa e Paula Fernandes, Leo falou da família e da justa diminuição de trabalho para poder aproveitar a vida.

O que acha de ter levado a fama de namorado da Xuxa?

Victor: Na minha cabeça ficou tudo igual. Eu não estou namorando a Xuxa, ficou na cabeça das pessoas essa confusão, nos sonhos. Na minha, está muito claro: eu estou solteiro e tranquilaço.

E de onde vem a relação de vocês com a Paula Fernandes? Vocês gravaram música no CD dela, agora ela gravou "Sonhos e ilusões em mim" no CD de vocês...

Victor: Ela é uma pessoa com quem a gente tem muita afinidade. Embora seja bem mais nova, tinha só 17 anos quando nos conhecemos em São Paulo, ela se sentia sozinha e a gente também. Paula voltou para Minas e a gente ficou, mas nós não perdemos o contato. A gente sempre se falava e, quando o trabalho da gente ficou conhecido nacionalmente, sabíamos que em algum momento viria o sucessoo dela. Paula já tinha músicas em algumas trilhas de novela, mas não era conhecida. Agora, ela já gostava de "Sonhos e ilusões...", e veio muito gentilmente gravar com a gente. É uma querida amiga talentosissíma, e qualquer coisa fica bonita naquela voz. Mas nunca fui namorado dela.

E você, Leo, consegue conciliar a rotina de shows com sua família (ele é casado, e tem dois filhos, Matheus, de 5 anos, e Antonio, de 1)?

Leo: Hoje eu consigo ficar mais perto deles. Ano passado, quando o Antonio nasceu, eu estava fazendo show, e a minha mulher, Tatiana, não estava bem, porque ia fazer o parto longe de mim, ia ser cesária. Foi um dos dias mais difíceis de me apresentar. Assim que acabou eu fui para Uberlândia, e ainda tinha show no mesmo dia, à noite. Sofro com essa dificuldade de estar mais perto dos meus filhos, e eu gosto muito dessa convivência. Acho que o pai tem que poder olhar no olho e educar, e tenho lido muito sobre isso. No final de 2009, a gente já deu uma conversada, fazíamos 200 shows por ano. Agora, o escritório já sabe que não é para fazer. Decidimos diminuir o ritmo para viver e usufruir do que a gente conquista e ter um pouco de lazer.

E que fase de vocês o novo CD mostra?

Leo: Tem tudo a ver com o título "Amor de alma". Estamos cheios de amor para dar. A capa já mostra isso também. Estamos livres, abertos e juntos (montando seus respectivos cavalos da raça quarto de milha) no meu haras. É um CD animadão, tem a ver com o momento que vivemos. Tenho mais tempo para meus filhos e minha mulher, para meu lazer, passou a euforia do início.

Na música "Boteco de esquina", de autoria do Victor, vocês falam de uma mulher, que na companhia do marido, dá confiança para vocês. Isso já aconteceu com vocês?

Victor: Muitas vezes e acontece com qualquer cantor da noite. No boteco, está todo mundo próximo, ao seu redor, é um fato recorrente de bar. Tem casal que chega para curtir sua música juntos, tem casal que o homem está olhando para uma mulher, e ela olhando para o cantor, que chama muita atenção. No verso "uma linda morena me deixou assim com o marido do lado sorria pra mim", falo que ela me deixou sem graça, mas você tem que saber lidar com o cara, para não deixá-lo enciumado, tem que ter jogo de cintura. Todas as vezes que chega um casal, cumprimento primeiro o cara. E, depois, falo com a mulher dele, mas só com um aperto de mão (risos).

Fonte: Extra

Victor & Leo contam que 'voz suave' de Neil Young influencia folk da dupla.

Ao G1, eles comentam referências que vão do cantor ao 'sertanejo de raiz'.
'Não iremos elevar a condição de irmão a obrigação profissional', diz Victor.

Falta pouco para a dupla mineira Victor & Leo completar 20 anos de carreira, 15 deles nos palcos apertados de barzinhos, como fazem questão de ressaltar. Os dois irmãos aproveitam a entrevista abaixo, sobre o lançamento do disco "Amor de alma", para listar (e explicar) referências que vão do canadense Neil Young ao Trio Parada Dura.

Durante o bate-papo em um hotel em São Paulo, eles questionam o uso do termo sertanejo ("Não adianta colocar bota, chapéu e fazer pop") e contam que já conversaram várias vezes sobre um possível fim da parceria. Leia a entrevista da dupla ao G1:

Na capa do novo disco da dupla sertaneja, Victor (esq.) e Leo andam a cavalo (Foto: Divulgação)
Na capa do novo disco da dupla sertaneja, Victor (esq.) e Leo andam a cavalo (Foto: Divulgação)

G1 - Sempre quando se pergunta sobre o novo sertanejo, é uma unanimidade dizer que ele é mais urbanizado. E vocês aparecem com cavalos na capa do novo disco. Como foi essa ideia, o que essa escolha significa?
Victor:
A palavra “sertanejo” advém de “sertão”. Se não for assim, não tem sentido. Se a pessoa não sabe minimamente o que é bucolismo ou não sabe vivenciar o sentido disso, ela não está fazendo música sertaneja. Não adianta colocar bota, chapéu e fazer rock ou pop. Sem nenhum tipo de ligação com o sertão, você está fazendo outra coisa. Isso aqui a gente faz desde criança [aponta para a capa do disco]. A ideia foi fazer uma capa natural. Não precisava ser bonita, nem photoshop tem. As golas estão desarrumadas. É do jeito que uma pessoa fica ao montar um cavalo. Se hoje uma pessoa disser que gosta de sertanejo, não sei do que ela gosta. Tem gente que está seguindo apenas uma fórmula.

G1 - Há muito de forró no disco, e vocês o definem como '80% dançante'. O CD é menos romântico?
Leo:
O anterior, “Boa sorte pra você”, não era para ser colocado em um churrasco. Coloco mais no carro para viajar. É lento, melancólico. A gente estava cansado, estressado. Assim, você quer ouvir uma coisa mais calma, se enfiar no quarto, ficar “de boa”. Aí tiramos férias de três meses. A gente veio cheio de gás. No estúdio, o astral foi muito bom.
Victor: Esse novo disco tem meu violão, acordeão, bateria, contrabaixo e percussão. Acabou. Ele é extremamente cru. É produzido, dirigido, arranjado, interpretado e tocado por nós.

G1 - Na faixa-título há um quê de pop rock. Esse lado sempre esteve na sua obra. Dinho, do Capital Inicial, já disse que vocês souberam fazer uso do pop que fez sucesso nos acústicos MTV. Bandas venderam muito com esse projeto, mas agora vocês que vendem. Há um pouco dessa sonoridade nas suas músicas?
Victor -
Eu não ligo muito a isso intrinsecamente, embora todos os Acústicos MTV sejam os meus prediletos. Desde o Eric Clapton que fez o primeiro, né? Mas fazemos isso naturalmente há muito tempo, mesmo quando a gente não tinha DVD para assistir e não tinha notícia de Acústico MTV. Em 1993, todo mundo tinha fita cassete. Eu pegava e fazia uma seleção com as minhas músicas prediletas. Eu punha uns nomes como “Apaixonado mil por hora” na fita. E daí começava... “What can I do / What can I say” [Victor imita a voz de Neil Young em “Already one”]. Aí quando acabava Neil Young começava Trio Parada Dura, “Barco de papel”. Aí vinha “Money for nothing”, do Dire Straits. Eram muitas referências misturadas, mas a principal era a música sertaneja de raiz.

G1 - E o que tem de Neil Young nas músicas que vocês cantam hoje?
Victor -
É uma referência. Nossas baladas românticas são folks. Tem uma que se chama “Pensei em você”. A cena da música, a cor dessa música, no Brasil quase ninguém soube entender ou classificar. É folk puro, com R&B. Renato Teixeira [cantor] chegou para nós e falou: “Vocês renovaram preservando a essência. Então, se no Brasil existisse uma música sertaneja que pudesse ser chamada de folk, seria o som que vocês fazem”.
Leo - Não é só a referência para o arranjo, tem a voz. É mais suave, o jeito de cantar do Neil Young tem isso. Nos discos com o Crazy Horse era aspereza pura e depois nos discos mais acústicos ficou mais suave. Mas existem outros que nos agradam: Eagles, Simon & Garfunkel, James Taylor. Temos a característica de cantar aveludado.

A dupla mineira Victor & Leo lança o disco 'Amor de alma' (Foto: Divulgação)
A dupla mineira Victor & Leo lança o disco 'Amor de alma' e se diz fã de Neil Young e Eagles (Foto: Divulgação)

G1 - Vocês regravaram músicas populares. Como foi a escolha?
Leo -
Criamos um vínculo de sentimento com algumas músicas. Por isso, a gente regrava. Cantamos muito “Passe livre”, “Fuscão preto” e “Sexy Iemanjá” em bares. São especiais. Não buscamos hits no passado, é uma escolha afetiva.

Victor - Eu me lembro bem de “Fuscão preto”. Tinha sete anos. Eu tenho a cena clara de estar com meu pai, familiares, todos dançando, outros bebendo e rindo. E “Fuscão preto” comendo solto no fundo. Quando eu ouço, eu volto para lá. É quase como se fosse a goiabada com queijo que a sua avó fazia. Hoje quando como, estou comendo aquele momento. É um portal para aquele momento bom.

Em 2012, vocês completam 20 anos de dupla. Vocês estão cada vez mais perto dos 25 anos. Rick & Renner se separaram no 25º aniversário e Bruno & Marrone tiveram problemas. Melhor tomar cuidado com a maldição dos 25 anos.
Leo -
[Risos] Boa dica, cara. Mas ainda bem que faltam cinco anos...
Victor - É sério isso, maldição? [Risos] Já tivemos crises de contestar o porquê de estarmos juntos. Foram várias conversas no decorrer da carreira. Não podemos elevar a condição de irmão a uma obrigação profissional. A gente só canta junto porque quer. Depois que a gente incorporou esse pensamento, ficou mais confortável. Eu me sinto agradecido. Eu tenho o sentimento de gratidão por ele existir quando estou no palco. Vamos supor que aconteça um acidente e um dos dois morra. Não sei se vou continuar a cantar. Talvez pare mesmo.
Leo - Eu pararia na hora. Não vamos continuar a falar disso não, eu vou chorar.
Victor - Quando estiver no fim da vida, quero olhar para trás e ver que a minha intenção era fazer a diferença na vida de alguém. Não pode ser por um motivo vago.

Fonte: G1.

Samuka Filho entrevista Victor e Leo.

terça-feira, 8 de novembro de 2011
Show de Victor e Leo na Domus Hall, matéria exibida na Tv Correio (João Pessoa/PB).





Fonte: youtube/wendysllanbruce

Fabíola Ataíde entrevista Victor e Leo.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Entrevista interessante. Não sabemos a data em que ela foi realizada, mas aí está!



Fonte: youtube/fabiolataide

Estadão entrevista Victor e Leo.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Com oito álbuns gravados em 2012, Victor e Leo chegaram aos 20 anos de carreira. Mas o sucesso só veio em 2006, quando o Victor e Leo Ao Vivo, produzido sem gravadora, se espalhou em cópias pirateadas. Antes da fama, os irmãos sentiram frio na barriga em testes de talento e se apresentaram em dezenas de bares de Minas Gerais e São Paulo.
No início da carreira, vocês passaram por uma audição para tocar em uma casa da capital. Como foi ter pessoas avaliando seu trabalho para tocar numa casa de shows?
Leo – Você ainda não está maduro suficiente na carreira, qualquer situação de aprovação importante a que você se submete te deixa nervoso ou com aquele frio na barriga. Com o tempo, as vivências fazem com que a gente relaxe e não se sinta pressionado. Na audição, sentimos um frio na barriga, não tínhamos tanta bagagem embora já com 10 anos de carreira. Mas sempre acreditamos muito no nosso trabalho e o público nos recebeu bem, isso faz com que você relaxe também.
Hoje, o sertanejo é o estilo mais tocado nas rádios da capital. E todos os dias dezenas de duplas chegam em São Paulo em busca do sucesso. Como vocês veem isso?
Leo - É bom surgirem novos talentos, mas quando isso acontece sem originalidade e sem personalidade fica muito repetitivo e acaba saturando. O momento que vivemos na música sertaneja requer esse cuidado. O fato de hoje ser um estilo forte em rádios e na mídia em geral não significa que é para sempre. Quando surge uma dupla ou um cantor realmente diferente, com talento, estilo próprio e personalidade musical, é bom pra todo mundo, mas nos dias de hoje está mais raro isso acontecer. É tudo muito igual, um imitando o outro e você não consegue distinguir quem é quem. Não vejo com bons olhos.
Qual o peso de São Paulo para o sucesso de um artista sertanejo? É importante que uma carreira comece aqui?
Victor - Não necessariamente, embora a visibilidade seja importante. Nossa carreira começou em Abre Campo, Minas Gerais. Mas enquanto crescíamos, fomos para Belo Horizonte e depois São Paulo. Tudo tem seu tempo e sua hora. A hora boa para se mostrar algo é quando se está pronto, maduro. Por isso acredito que o passo a passo seja muito importante. Seja por São Paulo ou não, estudar canto é importante para se ter técnica, apresentar-se em bares é importante para praticar a lida com o público e com o palco, e amar o que se faz, sem a busca frenética por fama ou outros valores vazios. Sucesso é estar bem consigo.
Hoje, o que uma dupla ou um cantor sertanejo tem que ter para fazer sucesso?
Victor - A palavra sertanejo precisa fazer sentido. Então, conhecer a essência disso é fundamental. Talento, muita gente tem. Como se usa é que faz a diferença. Então, além de essência, estudo e prática, tão importante quanto o que se faz num palco, é o que se faz fora dele. Atitudes baseadas em sua verdade, e não em vaidade, levam sempre à realização. Estar feliz em cada momento, seja num bar ou em grandes shows, é o verdadeiro sucesso.

Fonte: Estadão

Entrevista Victor e Leo - Music Mix.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011


Entrevista feita com a dupla na cidade de Itumbiara, GO.
 Victor e Leo a partir dos 03:35

Fonte: youtube/musicmixudi

Victor e Leo - entrevista para a revista Gol (linhas aéreas).

domingo, 4 de setembro de 2011

Clique na imagem para ampliar e ler a entrevista.

Fonte: Blog Victor Chaves.

Áudio: entrevista Victor e Leo - Rádio Paranaíba FM de Uberlândia.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Fonte: 4Shared.

Entrevista: Victor e Leo / Cláudio MG.

domingo, 7 de agosto de 2011
Programa Flash Minas entrevista Victor e Leo (a partir dos 03:40)


Fonte: Youtube

Entrevista: Victor e Leo, Campo Verde MT.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Nesta quinta-feira (04/08), tivemos a oportunidade de bater um papo com a dupla Victor e Leo. Nós conversamos principalmente sobre a maneira como eles compõem, e a responsabilidade de passar uma mensagem positiva para todo o público que vai aos shows e compra seus cd’s. Foi uma entrevista rápida, mas de qualidade.

Clique no player abaixo para ouvir a entrevista 


Fonte: Blog jornalista Marcus Coelho.

Trechos da coletiva Victor e Leo - Lucas do Rio Verde.

Coletiva - trechos: 





 Abaixo um trechinho do show:



Fonte: Youtube


Amaury Jr. entrevista Victor e Leo.

sexta-feira, 24 de junho de 2011
No último dia 17/06, o apresentador Amaury Jr. entrevistou a dupla Victor e Leo no camarim na festa junina do Clube Pinheiros, em SP. Confiram abaixo os vídeos.
Agradecimentos especiais à Ana Maria por ter gravado e postado.

Parte 1



Parte 2


Fonte: youtube/Anamc4673

Zine Cultural entrevista Victor e Leo.

segunda-feira, 30 de maio de 2011
Vídeo com entrevista concedida ao Zine Cultural de Juiz de Fora no último dia 19.



Fonte: youtube/zinecultural